Logotipo do aplicativo Meu INSS - Créditos: depositphotos.com / rafapress
A revisão de aposentadoria é um direito de quem já se aposentou, mas desconfia que o valor recebido está incorreto. Muitos segurados do INSS não sabem, mas é comum o Instituto cometer erros no cálculo do benefício, o que acaba prejudicando o aposentado financeiramente por anos.
Estima-se que cerca de 30% das aposentadorias apresentam erros no momento da concessão. A boa notícia é que existe um caminho legal para corrigir essa injustiça e, muitas vezes, conquistar aumentos significativos no valor mensal recebido.
A revisão de aposentadoria é um pedido feito ao INSS (ou à Justiça) para que o benefício previdenciário seja reavaliado. Isso acontece quando o aposentado percebe que o valor recebido é inferior ao que deveria. A revisão pode ser motivada por erro de cálculo, falta de tempo de contribuição considerado ou até por mudanças na legislação.
Tem direito à revisão quem:
É comum que o INSS desconsidere salários antigos, tempo especial, vínculos empregatícios ou decisões judiciais que aumentariam o valor da aposentadoria. Para confirmar se há erro, é necessário analisar:
Um advogado previdenciário pode ajudar a identificar essas falhas com precisão.
Veja as principais possibilidades de revisão que podem aumentar o valor do benefício:
Existem dois caminhos:
O aposentado tem 10 anos para solicitar a revisão, contados a partir do mês seguinte ao primeiro pagamento do benefício. Após esse período, o direito prescreve.
Para solicitar a revisão, tenha em mãos:
A legislação previdenciária é complexa e passa por mudanças frequentes. Um advogado especializado pode:
O prazo é de 10 anos a partir do mês seguinte ao recebimento do primeiro pagamento do benefício.
Sim. Muitos aposentados conseguem aumentos significativos após identificar erros no cálculo do INSS.
Sim, mas depende da análise individual do caso e do entendimento judicial vigente. Consulte um especialista.
Pode, mas recomenda-se o auxílio de um advogado para aumentar as chances de sucesso e evitar erros no pedido.
Sim, especialmente para casos de revisão do teto e do buraco negro. Vale consultar um advogado previdenciário.
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